quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Quem matou Orelha? A mão dos agressores e a conivência de quem passa pano para o crime.


O sangue de Orelha, um cão indefeso covardemente assassinado por um grupo de adolescentes, ainda não secou, mas a hipocrisia política já corre solta. A morte brutal do animal gerou uma onda de revolta legítima, com pedidos de justiça, exposição de rostos e clamor por prisão. O que espanta, no entanto, não é a sede de justiça ,que é correta, mas quem está liderando esse coro.

Vemos hoje pessoas de esquerda, as mesmas que historicamente lutam contra a redução da maioridade penal e chamam assassinos de "vítimas da sociedade", exigindo o rigor máximo da lei. Por que o discurso mudou?

A "Vítima da Sociedade" tem CEP e cor

Para a narrativa ideológica, se um menor rouba e mata um pai de família, ele é fruto de uma "sociedade desigual". Nesses casos, a indignação é contida, substituída por teses sociológicas que buscam atenuar a culpa do agressor. Mas quando os agressores do cão Orelha são adolescentes brancos e de classe média, a máscara da "ressocialização" cai.

Nesse momento, a esquerda esquece o papo de "falta de oportunidades" e abraça o punitivismo. A verdade nua e crua é que, para essa militância, o crime só merece punição severa se o criminoso não servir para alimentar o seu discurso de luta de classes. Se os assassinos do Orelha fossem jovens de periferia, o silêncio seria ensurdecedor ou, pior, o crime seria relativizado como um "problema estrutural".

O Crime é uma Escolha, não uma Condição Social

É preciso dizer o óbvio: a pobreza não é uma fábrica de criminosos. Milhares de brasileiros vivem em condições precárias e mantêm o caráter intacto. O crime, seja contra um ser humano ou contra um animal como o Orelha, é uma escolha individual.

Quando um rico comete um crime, a mobilização é total e correta. Mas por que o mesmo empenho não existe quando o criminoso é pobre? A justiça deveria ser cega, mas a esquerda insiste em colocar nela uma lente ideológica que enxerga apenas o que convém aos seus interesses políticos.

A Incoerência no Título de Eleitor

A incoerência atinge o ápice na urna. É um espetáculo de cinismo ver pessoas clamando por justiça para o cão Orelha e punição exemplar para esses adolescentes, sendo que, nas próximas eleições, votarão em candidatos que tratam criminosos como "coitadinhos".

São eleitores de políticos que barram o aumento de penas, defendem o desencarceramento em massa e lutam contra qualquer medida que traga ordem e punição real. Na internet, pedem cadeia; na urna, confirmam o projeto que abre as portas das prisões e mantém a impunidade como regra.

Conclusão: A Justiça Começa na Urna

Não basta chorar a morte de Orelha se você entrega o poder a quem afrouxa as leis que deveriam nos proteger. A impunidade que hoje revolta o Brasil é alimentada por cada voto dado a candidatos que enxergam o criminoso como um "vulnerável" e a punição como uma opressão.

Justiça de verdade não se faz com hashtag, faz-se com coerência. Se você quer punição para os assassinos do Orelha, mas vota em quem defende o "passar de mão na cabeça" de bandidos, você é parte do problema. O sangue dos inocentes também está nas mãos de quem financia a estrutura que garante a liberdade dos agressores. É hora de escolher: ou você está do lado da ordem e da punição para TODOS, ou você é cúmplice da barbárie que finge lamentar.

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