A maneira como a mídia brasileira noticia crimes está longe de ser neutra. Grande parte dos jornalistas no país se posiciona ideologicamente à esquerda — cerca de 80%, segundo pesquisa citada pela Gazeta do Povo. Isso influencia diretamente o enquadramento das notícias, pois esses profissionais tendem a interpretar os acontecimentos sob a lógica “opressor x oprimido”. Nesse modelo, um “oprimido” nunca é retratado como criminoso, e um “opressor” nunca é retratado como vítima.
O caso recente em Belo Horizonte
Um exemplo claro foi o episódio em que um empresário branco foi acusado de matar um gari após uma discussão em Belo Horizonte (matéria aqui). A notícia ganhou repercussão nacional quase imediata, com forte ênfase no perfil do suspeito: “empresário”, “homem branco”. É óbvio que eu acho que tem que fazer matérias, e que o criminoso tem que ser preso, mas a questão é que a imprensa escolhe alguns casos pra dar destaque enquanto outros ela propositalmente não dá destaque.
Medidas diferentes para casos semelhantes
Se um motoboy é agredido por um cliente rico e branco e, depois disso, amigos do motoboy partem para agredir o cliente, a narrativa esquerdista costuma ser favorável ao motoboy, justificando a reação.
Por outro lado, se um motoboy assalta um homem rico e branco, e testemunhas reagem agredindo o motoboy, a cobertura geralmente condena o ato, classificando-o como “justiça com as próprias mãos” e desviando o foco do crime inicial.
A cor da pele como fator de manchete
Outro ponto evidente é o uso seletivo da cor da pele nas notícias:
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Quando um policial branco mata um criminoso negro, a cor do criminoso é destacada, muitas vezes com insinuações de motivação racial. "Policial mata homem negro"
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Mas quando um criminoso negro mata uma vítima branca, dificilmente se menciona a cor de qualquer um dos envolvidos.
Casos de repercussão x casos invisíveis
Ao longo dos anos, vimos casos como Suzane von Richthofen, Alexandre Nardoni e Guilherme de Pádua (caso Daniela Perez) ocuparem capas de jornais e programas de TV por dias ou semanas. Todos tinham algo em comum: eram brancos, de classe média ou alta, e seus crimes foram narrados como grandes “escândalos nacionais”.
Entretanto, assassinatos brutais cometidos por criminosos negros ou pobres raramente recebem cobertura prolongada, e muitas vezes sequer chegam às manchetes nacionais.
O viés também aparece nas matérias sobre acidentes e atropelamentos:
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Se um rico em um carro de luxo (Porsche, BMW, Mercedes) atropela alguém, a notícia quase sempre cita o modelo e a marca do veículo, destacando o poder aquisitivo do motorista.
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Quando um acidente semelhante envolve um carro antigo ou popular, raramente se dá ênfase à marca ou condição econômica do condutor.
O mesmo vale para crimes cometidos por jovens de classe média ou alta: o status social vira parte central da narrativa. Já quando o criminoso é pobre ou negro, essa informação tende a ser omitida.
A esquerda costuma atribuir a criminalidade à pobreza, tratando negros e pobres como vítimas de um sistema desigual e opressor, e não como responsáveis diretos por seus atos. Já crimes cometidos por ricos são vistos como mais revoltantes, pois, segundo essa lógica, eles “não precisariam roubar”.
Esse raciocínio é falacioso. A imensa maioria das pessoas pobres e negras são trabalhadoras, honestas e jamais cometeriam crimes. O caráter de uma pessoa não é determinado pela conta bancária nem pela cor da pele, e tratar crimes de maneira seletiva apenas distorce a realidade e manipula a opinião pública.
Você pode matar estuprar, roubar até matar que os esquerdistas estarão dispostos a lhe defender:
"Cadeia não resolve" "é uma vítima do sistema opressor" "basta ao punitivismo"
Mas se você cometer o crime de racismo, já era, será cancelado e pedirão sua prisão, sim agora a cadeia resolve. "fogo nos racistas". Note que os esquerdistas equivalem o crime de "homofobia" ao crime de racismo, então pra eles tá tudo junto.
Vejam só, recentemente um youtuber fez um vídeo onde vai na casa de um "racista" que ofendeu a mãe dele. Com uma arma ele ameaça esse racista dá até tiro pro alto e pra dentro da casa do "racista".
Os esquerdistas condenaram a atitude do youtuber? Afinal de contas ele estava ARMADO e queria fazer justiça com as próprias mãos. Não, a esquerda não condenou o youtuber, pelo contrário tinha gente vibrando com a atitude .
Mas olha só, era tudo fake, o youtuber gravou o vídeo com a ajuda do amigo, o suposto "racista", tudo pra ganhar views no canal.
Você pode ser tudo, menos racista. Um outro youtuber foi acusado de pedofilia, foi cancelado pela esquerda? Bem, não muito, sabe como é né, ele é da turminha do bem, é contra o fascismo, Bolsonaro direita etc. Já está de volta fazendo vídeos no canal dele.
Em 2019 em um jogo no Mineirão entre Atlético e Cruzeiro teve confusão na arquibancada. Pessoas começaram a quebrar tudo e a brigar umas com as outras. Seguranças apareceram para tentar acabar com a confusão. Foram agredidos, jogaram coisas neles etc. Mas sabe o que teve mais destaque? O caso de racismo que um segurança sofreu de um torcedor. A imprensa não foi atrás pra saber o nome dos torcedores que agrediram fisicamente outros torcedores e seguranças. Ela foi atrás pra saber a identidade do torcedor que fez ofensas racistas contra um segurança.
Fica uma mensagem: Se for agredir alguém, agrida fisicamente, machuque bastante o outro. A mídia esquerdista não vai dar atenção, não vai mostrar onde você mora, seus familiares. Mas se você agredir verbalmente alguém, cometer racismo, pode ter certeza que a casa vai cair pra você.
Quando influenciadores e pessoas de Direita denunciaram casos de exposição de crianças ao lado de um homem nu em museus, a reação da mídia esquerdista, políticos de esquerda e influenciadores esquerdistas foi imediata: falaram em censura, atacaram as denunciantes e minimizaram a gravidade do problema. A discussão foi rapidamente transformada em um debate sobre liberdade artística, ignorando completamente o impacto sobre as crianças envolvidas.
Hoje, um youtuber como Felca denuncia a erotização infantil nas redes sociais, e muitas dessas mesmas vozes que antes criticaram Regina Duarte e Damares agora apoiam a denúncia. Curiosamente, a ênfase não é na punição mais severa dos pedófilos, mas sim na regulamentação das plataformas digitais, como se o problema estivesse no espaço virtual e não na impunidade dos criminosos.
A realidade é clara: enquanto a Direita sempre defendeu penas mais duras para os exploradores de crianças, a Esquerda historicamente se posicionou contra o aumento das punições, preferindo debates sobre censura e liberdade de expressão. Essa diferença de postura evidencia que, para alguns, a prioridade não é a proteção das crianças, mas o controle de conteúdos e plataformas, deixando de lado a responsabilidade penal dos abusadores.
No fim das contas, denunciar a exploração infantil continua sendo necessário, independentemente de quem tenta politizar o tema. Defender as crianças é muito mais do que regular redes sociais: é garantir que quem comete crimes seja de fato punido.
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